Luiz
César
Saraiva Feijó tem dois trabalhos de poesia premiados. O primeiro
chama-se MORRO QUE MORRE e recebeu o prêmio Universidade Aberta Gilson
Amado, 1964, obtendo o terceiro lugar entre trabalhos vindos de todas
as partes do Brasil para a TV Continental do Rio de Janeiro, Canal 9.
O trabalho foi transformado em livro, publicado pela Editora do
Professor, Rio, em 1964.
O segundo chama-se RELÍRICA e ainda não se transformou em livro.
Recebeu o prêmio Amarina Motta, SUAM, 1977. Publicou, ainda, REMORRO,
com prefácio de Leodegário A. de Azevedo Filho e Tasso da Silveira.
Editado pela Livraria Editora Eldorado-Tijuca, Rio de Janeiro, 1968,
em plena crise política brasileira, o que resultou seu afastamento das
aulas que ministrava na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, como Professor Assistente de
Literatura Portuguesa, cuja Cátedra era ocupada pelo saudoso mestre
Tasso da Silveira, poeta integrante do grupo da Revista Festa,
representante da tendência espiritualista de uma das fases do
modernismo brasileiro no Rio de Janeiro, com inegável cunho
simbolista, juntamente com Murillo Araújo e Cecília Meireles, outros
significativos poetas que se encontram na primeira fase da Revista
Festa, 1927 a 1929.
Possui seus poemas publicados em jornais e
revistas literárias do Brasil e do exterior, tendo sido os versos de
seu livro REMORRO traduzidos para o alemão e publicados na Revista
Humboldt, Alemanha, 1969.
A produção
poética de Luiz César Saraiva Feijó não é numerosa, mas significativa,
desde poemas de caráter social até o mais sofisticado lirismo (lirismo
rasgado), nas palavras de Júlio Carvalho. Alguns poemas escritos em
Portugal, Espanha, França e Bélgica, quando de suas pesquisas
lingüísticas, encontram-se nesse SITE.